Por Rodrigo Santiago - Trainer e Meta-Coach pela Sociedade Internacional de Neurossemântica

Viciados em Companhia

Quem acompanha estes emails sabe que eu divulgo apenas meus próprios textos… Mas esse que recebi da Martha Medeiros é MUITO bom e retrata a situação de muitas pessoas. Dá uma reflexão e tanto. É de arrepiar:

Sozinho é uma coisa, solitário é outra. Sozinho é com, solitário é sem. Não confio no amor de quem não consegue ficar sozinho. Nunca foi ao cinema sozinho, nunca viajou sozinho, perambula pela rua feito um cão que se perdeu do dono. Sentar na lanchonete de uma livraria para tomar um cafezinho assemelha-se a uma catástrofe. Sua solidão lhe parece vergonhosa e indigesta, é evitada com o mesmo afinco com que evitaria a morte.

Para ele, qualquer parceria é melhor que nenhuma. Uma conversa enfadonha é melhor que o silêncio. Um chato é melhor que ninguém. É praticamente um viciado em companhia. E, como todo viciado, critério não é o seu forte. Não confio no amor de quem não se suporta. De quem telefona a fim de papo furado, de quem envia mensagens só para ouvir o sinal da chegada da resposta, de quem precisa se iludir de que não está só. Quem de nós não está só?

Uma manhã de frente para o mar, uma tarde com um livro, uma noite com um filme, três dias inteiros numa cidade estranha, uma rua que nunca foi atravessada, um museu com tempo livre à vontade, uma cama vazia – para ele, simulacros do inferno. Não confio no amor de quem não se entretém. De quem se desespera em frente ao espelho, de quem não consegue se maravilhar num jardim, de quem não viaja ao ouvir uma música, de quem não gosta de andar de ônibus enquanto aprecia a paisagem pela janela, de quem não se sente inteiro num trem.

Sozinho é uma coisa, solitário é outra. Sozinho é com, solitário é sem. Eu sozinha sou muitas. Sozinha, tem mais sabor minha comida, tem mais foco o meu olhar, tem mais profundezas o meu ser. Sozinha tem mais espaço minha liberdade, tem mais imaginação a minha fantasia, tem mais beleza a minha individualidade. Sozinha tem mais força o meu pensamento, mais inteireza a minha vontade. Não confio no amor de quem negocia sua autenticidade.

Como amar de verdade outro alguém, se não sabe de onde esse amor vem? Onde foi gerado, por que é necessário, que atributos ele contém? Amar é doar, não vem do doer. Amar é saber que aquele que a gente ama, se faltar, vai deixar saudade, mas não nos transformará num cadáver a vagar. Não confio em quem ama para ser um par, não confio em quem quer apenas se enquadrar, não confio em quem ama por não se tolerar.

Amar tem que ser extraordinário. Além do que já se tem. Se sozinho você não se tem, amar vira tubo de oxigênio, ânsia, invenção e enredo barato, perde a dignidade, o amor vira muleta e trucagem. Confio no amor de quem não precisa amar por sobrevivência, de quem se basta e mesmo assim é impelido a se dar, porque dar-se é excelência, não é mendicância. Não confio no amor de quem não se ama em primeira instância.

Zero Hora – 31/05/2015
(Martha Medeiros)

Gostou? Eu, pelo menos, AMEI.

Este final de semana estive em sala de aula, ministrando mais uma turma do Acessando Seu Gênio Pessoal, o treinamento de entrada na Sociedade Internacional de Neurossemântica, no INAp-RJ, um dos institutos mais influentes de Neurolinguística no Brasil.

A foto abaixo retrata a satisfação no rostinho de cada participante. É muito, muito gratificante receber uma turma e demonstrar ao vivo, em poucos minutos, ferramentas que podem transformar a vida de qualquer pessoa que assuma sua responsabilidade em mudá-la.


Tivemos alguns momentos simplesmente bárbarosdurante o treinamento! Por pelo menos três vezes, demonstramos ao vivo mudanças completas sobre desafios enormes que duravam décadas na vida de alguns participantes.

Isso mesmo: problemas que duravam pelo menos mais de dez anos resolvidos em vinte minutos, permanentemente. Um dos problemas era relacionado a foco, outro a depressão crônica e outro a maternidade.

Estas foram as mudanças que todos testemunharam em alguns alunos que se voluntariaram para demonstrar o exercício na frente de todos. As mudanças foram operadas de maneira compreensiva, passo-a-passo, e os alunos entenderam as relações de causa-e-efeito de como a mente humana cria este tipo de problema.

O AGP é recheado de processos bem documentados, científicos. E eu não estou contando com as dezenas de outras mudanças que os participantes ajudaram uns aos outros a operar, durante os momentos onde todos praticavam as técnicas que estavam sendo ensinadas.

Na Sociedade Internacional de Neurossemântica, nós desafiamos tudo o que se diz por aí a respeito do verdadeiro potencial de mudança do ser humano. Estas técnicas são a realidade de hoje. É um fato consumado, mesmo que os desesperançados não acreditem.

E você? Gostaria de transformar sua vida? Estou aqui para ajudá-lo com o uso de algumas das melhores ferramentas que conheço para que você também tenha mais do que deseja e verdadeiramente aspira.

Esta semana estarei entrevistando pessoas que gostariam de encarar um processo anual de transformação, onde eu irei atendê-las individualmente. Já recebi vários pedidos, e depois desses dias em sala de aula, está na hora de selecionar as pessoas que irão realizar uma transformação definitiva.

Se este texto da Martha Medeiros tocou você, talvez seja a hora de realizar um processo de coaching e mudar permanentemente. Que tal ser alguém muito mais feliz?

Algumas vagas já começaram a ser preenchidas. Se lhe interessar este tipo de acompanhamento individual, basta pedir sua sessão diagnóstica aqui:

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Abraços fraternos,
Rodrigo.

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